Gerador de RG
Gere números de RG válidos para testes e desenvolvimento, um por vez ou em lote.
Configurações
Escolha o estado e a quantidade de RGs a gerar.
RGs Gerados
RG com formatação
RG sem formatação
Órgão Emissor
Data de Emissão
Escrito por Equipe iComLabs
Conteúdo revisado periodicamente para manter a precisão técnica.
Um gerador de rg é a ferramenta certa quando você precisa popular um formulário, testar uma tela de cadastro ou validar um sistema sem usar o documento de uma pessoa real. Em vez de digitar números aleatórios que não seguem lógica nenhuma, uma ferramenta confiável desse tipo calcula o dígito verificador de verdade, simulando a estrutura que aparece em uma carteira de identidade de qualquer estado brasileiro.
A ferramenta de gerador de RG do iComLabs foi construída para esse uso: você escolhe o Estado (UF) em um seletor com as 27 opções, define quantos registros quer gerar de uma vez (de 1 a 30) e recebe, para cada RG, o número formatado, o número sem formatação, o Órgão Emissor e a Data de Emissão. Tudo pronto para copiar campo por campo, registro por registro, ou tudo de uma vez.
Este artigo explica exatamente como o gerador de RG funciona por trás da tela: a lógica do dígito verificador, por que o RG não tem uma norma federal única como o CPF, como a ferramenta trata o órgão emissor e para que serve, na prática, gerar identidades fictícias em lote. Também respondemos à pergunta que mais aparece nas buscas sobre o tema: o que significa, afinal, um gerador de RG válido, já que o conceito de validade para RG é diferente do que se aplica ao CPF.
O Que É o RG e Qual a Sua Estrutura?
Antes de usar um gerador de rg, vale entender o documento que ele reproduz: o RG (Registro Geral) é o documento de identidade civil emitido pelos estados brasileiros para comprovar quem uma pessoa é perante órgãos públicos, empresas e instituições financeiras. Ele nasceu de uma lógica estadual: cada Secretaria de Segurança Pública, através do seu instituto de identificação, é responsável por emitir e numerar os RGs da própria população, o que explica por que o mesmo documento pode ter formatos ligeiramente diferentes dependendo de onde foi expedido.
Na prática, o formato mais comum e mais reconhecível do número de RG segue a estrutura de 8 dígitos base seguidos de 1 dígito verificador, exibido como XX.XXX.XXX-D. É esse padrão que o gerador de RG do iComLabs reproduz: oito dígitos aleatórios formam a base do registro, e o nono dígito é calculado a partir deles, não sorteado à toa.
RG e CPF são frequentemente confundidos, mas a diferença entre os dois é central para entender esta ferramenta. O RG é estadual e funciona como documento de identidade civil — ele muda de formato conforme o estado emissor. Já o CPF é federal, cadastrado pela Receita Federal, com um único algoritmo de validação usado em todo o país. Essa diferença de natureza é o motivo pelo qual o RG não pode ser tratado com o mesmo rigor de "norma única" que se aplica ao CPF, ponto que este artigo detalha mais à frente.
Como Funciona o Cálculo do Dígito Verificador do RG?
Todo gerador de rg que calcula um número plausível precisa resolver o mesmo problema: o dígito verificador existe para dar consistência lógica ao número, resultado de uma conta feita em cima dos 8 dígitos base, e não um dígito aleatório colado no final. Esta ferramenta usa o método mais difundido para esse cálculo: cada um dos 8 dígitos é multiplicado por um peso que cresce de 2 a 9, da esquerda para a direita. Os oito resultados são somados, e essa soma é dividida por 11. Se o resto da divisão for 0, o dígito verificador é 0. Se o resto for 1, o dígito verificador é a letra X. Em qualquer outro caso, o dígito verificador é 11 menos o resto.
Vamos ao exemplo resolvido, usando a base fictícia 12.345.678. Os pesos, aplicados em ordem da esquerda para a direita, são 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 — um por dígito, sempre nessa sequência crescente. A tabela abaixo mostra o resultado da multiplicação de cada dígito pelo seu peso correspondente, antes de somar tudo na próxima etapa.
| Dígito | Peso | Resultado |
|---|---|---|
| 1 | 2 | 2 |
| 2 | 3 | 6 |
| 3 | 4 | 12 |
| 4 | 5 | 20 |
| 5 | 6 | 30 |
| 6 | 7 | 42 |
| 7 | 8 | 56 |
| 8 | 9 | 72 |
Somando e Aplicando o Módulo 11
A soma dos oito resultados é 2 + 6 + 12 + 20 + 30 + 42 + 56 + 72, o que dá 240. Dividindo 240 por 11, o resultado é 21 com resto 9 (porque 21 × 11 = 231, e 240 − 231 = 9). Como o resto não é 0 nem 1, o dígito verificador é 11 menos o resto, ou seja, 11 − 9 = 2.
Aplicando o dígito verificador calculado ao final da base, o RG fictício deste exemplo fica 12.345.678-2. É exatamente esse tipo de cálculo, repetido para uma base de 8 dígitos aleatória diferente a cada geração, que a ferramenta executa em milissegundos sempre que você clica em gerar.
Por Que o Dígito Verificador Pode Virar a Letra X
A regra que transforma o resto 1 na letra X existe porque o dígito verificador, matematicamente, poderia precisar valer 10 — e não existe algarismo único para representar 10 em uma casa decimal. A solução, comum a outros sistemas de verificação numérica pelo mundo (o ISBN de livros usa a mesma lógica), é usar um caractere alfabético fixo nesse caso específico. Por isso, ao gerar vários RGs em lote, é normal ver o X aparecer ocasionalmente como último caractere de algum registro: não é erro da ferramenta, é resultado direto da matemática do módulo 11 aplicada àquela base de 8 dígitos.
Estatisticamente, o X tem a mesma chance de aparecer que qualquer outro dígito de 0 a 9, já que o resto da divisão por 11 se distribui de forma praticamente uniforme entre os 11 valores possíveis (0 a 10). Numa geração em lote de 30 RGs, portanto, não é incomum ver o X aparecer 2 ou 3 vezes entre os registros — um sinal de que o cálculo está funcionando como esperado, não de que algo deu errado.
RG Tem um Algoritmo Nacional Único Como o CPF?
Não. Esse é o ponto mais importante para entender antes de usar qualquer gerador de rg, incluindo este: diferente do CPF e do CNPJ, que têm um algoritmo de validação único, público e definido pela Receita Federal, o RG brasileiro nunca teve uma norma federal que unificasse o cálculo do dígito verificador entre os estados. Cada unidade da federação, historicamente, criou e manteve o próprio sistema de numeração através do seu instituto de identificação.
Isso significa que o cálculo de pesos 2 a 9 com módulo 11 e regra do X, usado por este gerador de rg, não é uma lei federal — é o padrão mais comumente encontrado em explicações e ferramentas sobre dígito verificador de RG na internet, e por isso foi o escolhido aqui. Mas ele não representa, com exatidão, o sistema interno de cada um dos 27 institutos de identificação do país, que podem ter regras próprias e diferentes entre si.
Na prática, isso não muda o propósito da ferramenta: uma solução como esta, pensada para testes, não precisa reproduzir a regra exata de cada estado, precisa gerar um número com estrutura plausível e consistência matemática interna, o que ele faz. Mas é importante que quem usa a ferramenta saiba dessa diferença, para não tratar o número gerado como se fosse validável contra uma base oficial — porque essa base oficial única, no caso do RG, simplesmente não existe.
A Transição para a Carteira de Identidade Nacional (CIN)
Um contexto recente reforça esse cenário de fragmentação: desde o Decreto federal 10.977/2022, o Brasil está em processo de substituir gradualmente o RG tradicional pela Carteira de Identidade Nacional (CIN), um documento que usa o número do CPF como identificador único em todo o território nacional, justamente para acabar com a duplicidade de numeração entre estados. Enquanto essa transição avança e o RG antigo continua sendo aceito em paralelo, a estrutura de 8 dígitos mais verificador segue sendo a mais reconhecida quando o assunto é gerar um número de RG para fins de teste.
Para quem usa a ferramenta hoje, essa transição não muda nada na prática: o formato de 8 dígitos mais verificador continua sendo o mais buscado e o mais reconhecível para testes de sistemas legados, que em sua grande maioria ainda validam o RG no formato tradicional, não no formato numérico da CIN. Enquanto a migração para a CIN não se completa em todos os estados, um gerador de rg no formato clássico continua sendo o mais representativo do que os sistemas em produção realmente esperam receber.
O Órgão Emissor Varia Por Estado?
Sim, e bastante — é uma das perguntas mais comuns de quem usa um gerador de rg pela primeira vez. Na vida real, o nome do órgão emissor que aparece no RG varia conforme o instituto de identificação de cada estado, mesmo quando o documento físico traz a sigla genérica da Secretaria de Segurança Pública. Em São Paulo, por exemplo, quem emite o RG é o IIRGD (Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt), embora o documento impresso costume trazer "SSP-SP". No Rio de Janeiro, o órgão historicamente responsável é o IFP (Instituto Félix Pacheco), e hoje o DETRAN-RJ também emite a Carteira de Identidade Civil no estado.
Essa variação real de nomes e siglas entre estados é rica demais para uma ferramenta de geração rápida reproduzir com precisão em todos os 27 casos. Por isso, esta ferramenta simplifica esse campo: independentemente do Estado (UF) escolhido no seletor, o Órgão Emissor exibido no resultado sempre segue o formato "SSP-{UF}" — por exemplo, "SSP-SP" para São Paulo ou "SSP-RJ" para o Rio de Janeiro.
Essa é uma simplificação da ferramenta, não uma tentativa de reproduzir o nome oficial e específico de cada instituto estadual. Quem precisa de precisão sobre o nome exato do órgão emissor de um estado específico deve consultar a fonte oficial daquele estado — o gerador de rg entrega um campo plausível e padronizado, pensado para preencher formulários de teste, não para reproduzir a realidade documental de cada UF em detalhe.
Como Gerar Vários RGs de Uma Vez (Geração em Lote)
A funcionalidade mais recente do gerador de rg do iComLabs é a geração em lote: em vez de criar um RG por vez, agora é possível gerar de 1 a 30 registros em uma única execução, escolhendo a quantidade antes de clicar em gerar. Antes dessa atualização, a ferramenta só permitia um RG por geração, o que exigia repetir o processo manualmente quando o teste precisava de uma massa de dados maior.
Cada RG gerado no lote aparece em um card individual, com todos os campos completos: número formatado, número sem formatação, Órgão Emissor no padrão SSP-{UF} e Data de Emissão (uma data aleatória dentro dos últimos 20 anos). Isso deixa o resultado organizado mesmo quando você gera o máximo de 30 registros de uma vez, sem misturar informações de um RG com outro.
Copiar Campo, Registro ou Tudo de Uma Vez
A ferramenta oferece três níveis de cópia para diferentes necessidades de uso. Cada campo individual (número formatado, número sem formatação, órgão emissor, data de emissão) tem seu próprio botão de copiar, útil quando você só precisa de um dado específico. Quando o lote tem mais de um registro, cada card ganha um botão "Copiar Este", que copia todos os campos daquele RG de uma vez. E para popular uma planilha ou um banco de teste rapidamente, existe o botão "Copiar Todos", que reúne o lote inteiro em um clique.
Essa escolha de três níveis evita um problema comum em geradores mais simples: ter que copiar campo por campo mesmo quando o objetivo é só colar um bloco inteiro de dados numa planilha. Quem testa formulários um de cada vez tende a usar a cópia por campo; quem monta massa de dados para um script de seed tende a ir direto para "Copiar Todos".
Para Que Serve um Gerador de RG? Usos Legítimos
Um gerador de rg é uma ferramenta de apoio técnico, não um atalho para burlar verificação de identidade. O uso mais comum é em testes de software: desenvolvedores e times de QA precisam alimentar formulários, bancos de dados de homologação e ambientes de staging com dados que tenham a cara de um RG real, sem usar o número de identidade de nenhuma pessoa de verdade — o que seria tanto antiético quanto, em muitos contextos, ilegal.
Outro uso frequente é em demonstrações de produto e protótipos: quando uma equipe comercial ou de produto precisa mostrar uma tela de cadastro funcionando, preencher os campos com dados sintéticos evita usar dado de cliente real em um ambiente de demonstração, que pode ser visto por terceiros. Da mesma forma, quem está validando regras de formulário (máscara de input, limite de caracteres, campo obrigatório) usa esta ferramenta para simular rapidamente diferentes cenários de preenchimento, incluindo estados diferentes no seletor de UF.
O que este gerador de rg nunca deve ser usado para é criar identidade falsa para fins de fraude, abertura de conta em nome de terceiros ou qualquer tentativa de enganar sistemas de verificação real. Os números gerados aqui não correspondem a pessoas existentes e não têm validade documental — são dados sintéticos para fins técnicos, e é assim que a ferramenta foi desenhada para ser usada.
Há ainda um motivo prático, ligado à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), para preferir dados sintéticos em ambientes de desenvolvimento e teste: usar o RG de uma pessoa real em uma planilha de homologação, em um banco de dados de staging compartilhado com terceiros ou em um ambiente que não tem os mesmos controles de segurança da produção é um risco de exposição desnecessário. Times de engenharia que adotam massa de dados sintética como padrão para QA reduzem esse risco sem perder a fidelidade estrutural de que o teste precisa.
Como Usar o Gerador de RG do iComLabs
Usar o gerador de rg é simples e não exige cadastro nem instalação. O fluxo completo tem três passos: primeiro, escolha o Estado (UF) desejado no seletor com as 27 opções — essa escolha define apenas o sufixo do Órgão Emissor exibido no resultado, já que o cálculo do dígito verificador é o mesmo para qualquer estado. Segundo, defina a quantidade de registros que quer gerar, de 1 a 30, conforme a necessidade do seu teste. Terceiro, clique em gerar e aguarde o resultado, que aparece na tela em menos de um segundo.
Em seguida, a ferramenta entrega o número formatado, o número sem formatação, o Órgão Emissor e a Data de Emissão de cada RG, prontos para copiar campo por campo, por registro ou em lote completo. Não é preciso salvar nada manualmente: os botões de cópia já deixam o dado pronto para colar direto no formulário, na planilha ou no script de teste que está sendo alimentado.
Vale repetir, agora de forma direta, o que a ferramenta não faz: o gerador de rg não gera imagem do documento, não produz frente e verso, não gera PDF e não vem com CPF integrado — essa última função pertence a outra ferramenta do site. Quem busca um gerador de rg frente e verso ou uma imagem pronta do documento não encontrará isso aqui; esta ferramenta trabalha apenas com os dados numéricos e textuais do registro, que é o que a maioria dos casos de teste de software realmente precisa.
Veja também
Quem usa um gerador de rg para testes costuma precisar também de outros documentos fictícios para completar um cenário de teste. Estas outras ferramentas do iComLabs seguem a mesma lógica: geram dados matematicamente coerentes, mas fictícios, direto no navegador, sem enviar nada para servidor algum.
Da geração isolada de CPF e CNPJ até um perfil completo com nome, endereço e contato, cada uma resolve uma etapa diferente do mesmo tipo de tarefa que costuma aparecer junto num mesmo formulário de teste. Nenhuma delas exige cadastro nem cobra nada para uso.
- Gerador de CPF — números de CPF válidos com dígito verificador calculado pelo algoritmo oficial da Receita Federal
- Gerador de CNPJ — números de CNPJ válidos, incluindo o formato alfanumérico atual
- Gerador de Pessoas — perfis fictícios completos para testes, com nome, endereço e outros dados sintéticos